Adolf
Hittler disse que “... nós somos bárbaros
e queremos ser bárbaros: é um título
de honra. Aspiramos não à igualdade de direitos,
mas ao domínio. Devemos ser cruéis, e devemos
sê-lo com a consciência tranqüila”...
A partir desta declaração é possível
compreender a relação da igreja evangélica
e PNSA. A propaganda Nazista, ou seja, a campanha pela hegemonia
imperialista do Pangermanismo (doutrina da raça superior
alemã) esteve presente na vida do Rio Grande do Sul
nos anos de 1932 a 1942. Como se diz da Alemanha para os
Teuto-brasileiros no RS e Porto Alegre.
No
ano novo de 1937, o dirigente da Igreja Evangélica
para o exterior enviou aos alemães no estrangeiro,
através das comunidades a ele subordinadas, uma mensagem
onde num trecho diz: “Permaneçamos embora longe
e isolados de nossa Pátria Alemã, fiéis
na oração para com nossa Comunidade, nossa
igreja, nosso povo e nosso FUEHER”.
Quando
o governo do Rio Grande do Sul começou a
se preocupar com as atividades ilegais dos pastores protestantes
a revista “Deutsche Arbeit’ (O Trabalho Alemão),
editada em Berlim, afirmou que o nazismo começava
a perder seus dois esteios no Brasil: - O lar e a igreja.
Nº 30 de 4/04/1939, pág.182. Numa circular do
diácono alemão, publicado no Berliner Evangelische
Sonntagsblatt, na edição comemorativa aos 50
anos de Adolf Hitler com a manchete: “Nossa Luta pela
Alemanha”, num jornal que expressa a orientação
política da Igreja Evangélica Alemã,
e era enviado a todos os diáconos no estrangeiro,
dizia ele num trecho da circular:
“Caros Irmãos! Neste dia difícil e indeciso
como nunca tivemos desde o começo da guerra de 1914,
remetemos anexo o último número da nossa folha
diaconal . (....) O povo alemão está de novo
com as armas nas mãos para proteger os nossos aflitos
irmãos da Polônia e para se ver livre definitivamente
do Tratado de Versalhes. Também nós diáconos
aqui na pátria e no front, saberemos cumprir o dever
com fidelidade como fizemos na guerra de 1914”.
“Salve o nosso querido povo alemão e o nosso
FUEHRER”.
Diaconato
Alemão Berlim. 16/04/1939
Franz Weigt.
Dagmar
Camargo lembra que mais de 600 mil alemães
do Brasil foram repatriados para a Alemanha ao final da 2ª guerra
mundial, a maioria era de pastores evangélicos.
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